5 pilares simples para controlar aparelhos em casa pelo celular e aplicar em poucos dias

É muito interessante como o avanço da tecnologia uniu eletrônica e programação. Um ótimo exemplo, que você pode utilizar para Automação Residencial, é o que vou dar em instantes...

Após pesquisar, testar e errar várias vezes, o Engenheiro Luan chegou a um método simples, mas poderoso, que utiliza um aplicativo para controlar aparelhos em casa.

Só que, antes de conhecer esse método, é muito importante você entender algumas recomendações sobre o que não fazer para começar na Automação Residencial.

São 4 indicações do que não fazer, que eu cito logo abaixo:

1 - Você não precisa aprender automação gastando muito dinheiro com kits caros e complicados.

Geralmente, nesses materiais existem componentes que você não vai usar no começo.

Por exemplo: drivers para motor de passo, sensores de presença e acelerômetros.

Começar complicando pode causar confusão mental e a sensação de estar travado. Você vai achar que é muito difícil, sem saber o que fazer.

2 - Não é legal começar pelas tecnologias mais avançadas. Por exemplo: Ethernet. 

A razão disso é que para ter resultados logo, você precisa dominar o básico. 

Aprender várias tecnologias e linguagens de programação é bom para fazer de você um profissional completo, mas deixe isso para quando você já tiver experiência.

Dominar linguagens de programação pode levar muito tempo. Por exemplo, dominar o Java pode levar anos.

Depender de uma linguagem de programação para controlar aparelhos pode te deixar confuso e desmotivado.

3 - Você não precisa começar criando uma automação grande e complexa.

Como as tecnologias avançadas e as linguagens de programação, automações grandes exigem mais experiência.

Criar uma automação para uma casa com vários cômodos não é como automatizar um prédio comercial.

Assim, ao tentar criar uma automação grande, você entra no problema dos kits caros e das tecnologias avançadas.

4 - Você não aprende a fazer uma automação residencial pegando aplicativos e módulos prontos…

Aplicativos e módulos prontos, principalmente os que utilizam técnicas e métodos diferentes, devem ser o resultado de você ter prendido a criar uma Automação sozinho. 

Com esse processo dominado, você vai estar capacitado a pegar um sistema pronto para interpretar as conexões e os circuitos, de trás para frente.

E aí sim você vai conseguir fazer modificações, reduzir erros e evitar causar danos e defeitos.

Após dominar o que não fazer ao começar na automação, no próximo conteúdo você vai entender o que deve fazer e como simplificar a automação residencial.

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1º Pilar: Android (um celular Android)

Por ser o sistema operacional de celulares mais utilizado, desenvolver aplicativos no Android é mais simples.

Você pode usar o Windows para desenvolver e a linguagem de programação é mais acessível.

A conexão pode ser feita com outros aparelhos e módulos. Isso facilita o desenvolvimento da automação com Arduino.

Ao desenvolver o aplicativo para um aparelho Iphone (iOS), você ia precisar de um Macbook/ iMac...

Ou usar uma máquina virtual no teu desktop - essa última solução nem a fabricante recomenda...

Além disso, você ia ter que saber mais linguagens de programação, porque para iOS são utilizadas a Swift ou a Objective-C.

Por isso que usar o Android facilita muito. Simplifica o desenvolvimento do aplicativo em Java.

E você não precisa ter um aparelho celular avançado para conseguir configurar o aplicativo. Um Smartphone comum já vai ser suficiente.

2º Pilar: Desenvolver o Aplicativo

Nesse método, o desenvolvimento de aplicativos Android pode ser resumido em duas bases maiores: com ou sem programação.

Se você fizer pelo Android Studio, vai precisar de muito conhecimento em programação.

Como aprender a programar pode demorar, desenvolver nessa plataforma talvez dê muito trabalho.

Assim, a recomendação é simplificar. Não use programação no início. Deixe isso para quando você estiver totalmente à vontade em criar o processo inicial simplificado.

Esse processo inicial pode ser feito sem programação, criando aplicativos
bons, leves e com aparência agradável.

E criar rápido, usando a plataforma MIT App Inventor.

Esse App funciona com recursos de arrastar botões, textos etc. Parece com anúncios de sites que você já deve ter visto na internet. Tudo muto simples!

Isso é programação, mas escondida nesse "arrastar e soltar". Então você não está programando diretamente.

Conclusão: para criar teu aplicativo você só precisa arrastar e soltar objetos e blocos lógicos. Ele é gratuito e você só precisa ter uma conta Google para utilizar.

3º Pilar - O Arduino

Nos variados tipos de Arduino, existem os mais indicados para aplicações específicas. Exemplos de Arduino: Uno, Mega e Due…

O Due é um dos mais poderosos. Com ele, dá para automatizar até 50 tarefas ou funções.

Mas como já escrevi antes, você não vai criar grandes automações no começo, de lâmpadas, TVs etc.

Então o foco é gastar pouco dinheiro no começo, no simples. Você consegue avançar aos poucos, sentindo que está dominando o processo.

Como Arduino suporta muitas possibilidades, na internet dá para achar artigos ensinando a aplicar recursos avançados.

É aí que você pode ficar desanimado, achando que esse aprendizado está muito além da tua capacidade.

O perigo está aqui, quando você pode ter muitas dificuldades e assim querer desistir.

Então é recomendado começar pelo Arduino Uno, por ser o mais simples. O Uno permite automatizar praticamente a casa toda.

Com isso você não joga dinheiro fora, ao não comprar uma placa com mais recursos do que precisa para começar.

4º Pilar - Conectar o Arduino ao Aplicativo

Para conectar o aplicativo ao Arduino é possível utilizar módulos e shields de comunicação. Isso pode ser feito de formas simples ou complexas.

Um módulo Ethernet pode ser conectado ao Arduino para então conectar o cabo de internet no módulo.

Mas para configurar esse conjunto, precisam ser configurados: endereços de IP, máscara de rede e gateway.

Isso pode ser um problema, porque ser exigido de você um conhecimento avançado nesses tópicos.

Existem também módulos Wi-Fi, com funcionamento parecido ao do módulo Ethernet.

A diferença é que você conecta o módulo Wi-Fi diretamente ao Wi-Fi da tua casa ou cria uma rede local.

Uma rede local famosa, sem fio, confiável e simples, é o Bluetooth. Um módulo acessível é o HC-06.

Para usar, conecte dois fios de comunicação com o Arduino, sem necessidade de fazer configurações iguais as dos módulos Ethernet e Wi-fi.

Para começar, o módulo Bluetooth é muito indicado.

5º Pilar - Ligações Elétricas

Para a automação funcionar, o Arduino é conectado ao circuito elétrico da casa.

Um circuito próprio é necessário, porque assim a tensão de 127 V ou 220 V não vai cair sobre o Arduino.

Para isso, um módulo Relé pode ser utilizado para servir como interface entre o Arduino e a rede elétrica, de modo seguro.

O que devemos fazer é ligar o relé em paralelo com os interruptores da casa.

Lembra do LED dos controles remotos? Aquele da extremidade... Podemos usar códigos enviados por esses LEDs e enviar pelo Arduino.

Isso simula o efeito de estar usando, de verdade, o controle remoto.

Assim, você liga e desliga luzes, ativa motores etc. Dá para fazer isso com a energia de qualquer equipamento e controlar qualquer eletrônico que utiliza um controle remoto.

Então basta fazer o mesmo com outros aparelhos. Escolha o que controlar!


Conclusão

Antes de começar uma Automação Residencial, sempre considere esses 5 pilares e como cada um pode ser simplificado.

Essa é a melhor forma de começar para reduzir erros. Ao estudar esses pilares aos poucos, você evolui até dominar o como interligar tudo.

Assim, você consegue repetir os passos para criar um novo sistema. Como aprendemos por repetição, vai ficar até fácil.

E com paciência você vai evoluir até tecnologias avançadas, ao ponto de ser considerado um especialista.

Se você tiver comprometimento e energia, isso vai ser possível.


Como o Luan é Engenheiro de Controle e Automação e tem experiência com projetos tecnológicos, ele:

  • Tem muitas recomendações profissionais para te dar;
  • Já investiu muito tempo aplicando o que não funcionava, para atualmente saber exatamente quais técnicas funcionam melhor;
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